21 out. 2018

Anselmo Heidrich
3 min readOct 22, 2018

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Só para lembrar, o que contém o plano de governo de Haddad:

· Regulamentação da mídia (p. 16);

· Maior intervenção econômica:

(a) Ataque ao agronegócio ampliando reforma agrária (56);

· Impostos progressivos:

(a) Sobre exportação;

(b) Aumentar o ITR;

© Sobre lucros (pp.41–56).

· Apoio ao sindicalismo (p. 40);

· Desarmamento civil;

· Protecionismo econômico;

· Populismo;

· Nova Constituição que substituirá parte do Congresso Nacional com grupos paralelos como ONGs e organizações compostas por militantes (p. 6);

· P.11 — infraestrutura em países do MERCOSUL, como Venezuela;

· Reforma judicial reduzindo o poder do MPF (pp. 6; 15);

· Criação de mais 6 novos ministérios (19, 20, 55);

· Liberação de presidiários (p. 33) ao invés de reformar o sistema prisional;

· Desmilitarização da polícia (p. 31).

Se tivermos preguiça de ir às ruas hoje, talvez não consigamos mais ir às ruas com tranquilidade e, sobretudo, liberdade daqui para a frente.

Nós temos a nós mesmos e alguns empresários, eles tinham o governo com recursos públicos a perder de vista. Sites como Revista Fórum recebiam cerca de 58 mil anuais de apoio/compra até o Brasil 247 com mais de 1 milhão por ano. É com essa gente, venal, patrimonialista e corrupta que estamos lidando.

“Iremos às ruas com armas na mão se tentarem derrubar a presidenta Dilma”, palavras de Vagner Freitas, presidente da CUT em 2015. Para seus apoiadores foi “força de expressão” ou, na melhor das hipóteses, “não contribui com a democracia”. Nenhuma condenação mais severa como agora se faz.

E lembre-se que mesmo punidos, com o impeachment, gente como Dilma Rousseff não perdeu seus direitos políticos e continua sendo subsidiada com recursos públicos.

Eles continuam no páreo.

Ministros da justiça acusados de passar informações sigilosas à empreiteiras para se esquivarem da Lava-Jato.

59 milhões de votos em 2005 pelo referendo do desarmamento são interesses escusos para o PT. É o partido do mensalão, do petrolão e do ainda não investigado uso do BNDES para fins partidários falando em “interesses escusos”. Eles acusam os outros do que são.

Essa gente intolerante acusa os outros de “intolerância”. São eles que sempre bradaram “Fora Collor”, “Fora FHC” e quando ouvem “Fora Dilma”, “Foram Lula” contestam chamando de “golpismo”.

Vários membros do partido, gente de grupos ligados como a CUT, o MST etc. sugerem “pegar em armas”, “fuzilar a classe média”, gente paga com recursos públicos, o que é mais bizarro, ganhando bem sem qualquer critério de produtividade diz “odiar a classe média” e por aí vai. É chegada da hora de dar um basta a esta escrotidão que insuflou o ódio por décadas. Por isso, nossa luta não se encerra nesta eleição.

Hitler dizia que “a culpa da crise é dos judeus e da classe burguesa”, mas qual a diferença essencial em quem dizia quando solto, como Lula que “a culpa da crise é da elite branca e sua classe burguesa”?

Mas a hipocrisia é seu desjejum… O ex-deputado José Dirceu dizia em 1999 que qualquer deputado podia pedir ao Presidente da Câmara, a abertura do processo de impeachment, que isso de “golpe” é conversa fiada.

Os crimes do PT vão além da corrupção financeira, que isto fique bem claro. Qualquer partido que busque apoio em organizações paramilitares, como o MST pode ter seu registro cassado. Lembram-se quando Lula disse “também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas”.

Por isso, pelo caos gerado no país, pelo arrombo da economia, pelo desemprego induzido, pelo financiamento de ditaduras, pelo ataque ao processo eleitoral, pela radicalização da sociedade brasileira, pelos planos estatizantes de Haddad, nós dizemos #ForaPT #PTnuncaMais

Que comece uma nova era com competição democrática entre todos os partidos de diferentes orientações, mas sem mais máfias criminosas travestidas de partidos políticos. Que possamos divergir sem ataques desonestos e sob constante ameaça de acabarem nossas garantias democráticas. Que possamos trabalhar e se desenvolver, se expressar sem o medo de que amanhã o espírito de um Chávez bata a nossa porta.

Obrigado,

Anselmo Heidrich

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